sexta-feira, 2 de abril de 2010

Poema. Um desabafo.

Sou esposa, sou mãe, sou avó
Sou tudo e nã sou nada
Por vezes sinto-me só
Não dando valor a nada

Tenho dias que o amor
Daqueles que me são queridos
Aliviam minha dor
E dão-me um certo prestígio

Meus filhos e minhas netas
São a minha perdição
Tracei-lhe linhas bem retas
Será que as seguirão?

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